domingo, 2 de janeiro de 2011

02/01/2011

Ainda sem saber muito bem o que fazer, li alguns capítulos da tese do Villalta, buscando informações e formas de lidar com os letrados do mundo luso-brasileiro e as concepções políticas que os alimentavam. Tive algumas idéias sobre a recepção das idéias ilustradas, principalmente no que se refere à atenção a ser dada ao contexto político-social  imediato (no meu caso, talvez pensar as práticas institucionais em curso, às quais a tese do Álvaro de Áraujo Antunes pode me servir) e a tradição textual própria do mundo luso-brasileiro. 
Andava meio perdido e desanimado no fichamento das Defesas do Aragão e Vasconcelos. Para tentar dar uma animada, acabei fazendo um micro-guia a partir da análise do Carlos Guilherme Motta. Algumas poucas referências equivocadas, deve ser culpa da edição. Devo voltar aos fichamentos amanhã. Também tenho que ler o Ortega para o trabalho da Norma. Dias cheios pela frente.
Foi um bom dia de estudo, após uma temporada de bloqueio e desânimo. Espero que continue assim.

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