Ainda lendo a defesa de Francisco Cavalcanti e Albuquerque. Cada vez mais empolgado em preparar uma comunicação para o seminário de Maquiavelismos. “Maquiavelismo e Dissimulação Honesta nas defesas dos insurrectos pernambucanos de 1817”. As defesas refletem em torno de argumentos e conceitos clássicos, como por exemplo, das formas de governo [ausência de autoridade é igual a anarquia, argumento construído tomando em consideração a metáfora do corpo e a autoridade com representação enquanto cabeça]. A autoridade é natural, legitimada pela tradição e por uma lei externa aos homens. A princípio, as únicas referências mais modernas são aquelas referentes a idéia de delito e de prova, embora a “representação” dos indivíduos ainda sirva como argumento para validar ou não um testemunho.
Enfim, acabei de fichar esta maldita defesa. Sem mais nenhuma grande novidade, sem falar na tal Justificação do dito cujo que preciso achar nos volumes.
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